Freud é conhecidíssimo. Virou lugar-comum
o bordão “Freud explica…”, e todos já ouviram falar no austríaco
esquisitão (deve ser algo na água que faz os austríacos serem meio
birutas). Alguns acham que freud é um gênio, outros que nem tanto, que
ele foi superado pelos seus discípulos. Só que agora, Michel Onfray,
autor do Tratado de Ateologia, chega chutando o pau da barraca e mete os
dois pés no peito dos adoradores do velhinho do charuto. Para ele,
Freud não passa de um charlatão, mentiroso, fracassado e defensor de
regimes totalitários. Só não chamou de bobo, feio e chato, porque aí era
demais (ou não).
Freud era um médico mediano. Teve a
“brilhante” idéia de ministrar cocaína aos seus pacientes, escrevendo 3
artigos onde defendia o uso do referido alcalóide como medicamento. O
mais significativo de todos é o seu breve artigo, publicado em janeiro
de 1885, “Uma contribuição para o conhecimento do efeito da cocaína”.
Infelizmente, Freud cometeu um pequenino erro. Um errinho de nada. Ele
apenas prescreveu uma dose de cocaína a uma de suas pacientes. E isso
foi fatal para ela. A paciente morreu e Freud largou de mão de usar
medicamentos, achando que poderia-se tratar pacientes sem nenhum tipo de
droga. A bem da verdade, o próprio Freud curtia o uso da cocaína,
também, mas deixemos isso de lado (maiores informações AQUI).
A partir da morte da paciente, surge a Psicanálise que, ao meu ver, é
tão científica quanto tarot, astrologia ou jogada de búzios.
leia mais em : ceticismo.net/2010/04/29/livro-de-michel-onfray-acusa-freud-e-charlatanismo/
* Shirley Rabelo
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