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A ontologia é uma parte da filosofia, trata do ser concebido
que tem uma natureza comum que é inerente a todos e a cada um dos seres. Para a
ontologia, qualquer coisa que existe é percebida apenas como algo que é nada
mais do que isso, por isso ela é fundamental para muitos ramos da filosofia.
A ontologia pode ter se originado na Grécia antiga, porém os
primeiros registros da palavra ontologia tiveram sua forma na língua latina em
1606.
"O ser e o nada é um tratado filosófico de 1943 escrito por
Jean-Paul Sartre que é tido como marco para o início do crescimento do
existencialismo no século XX.
Ontologias são utilizadas em web semântica, em engenharia de
software, em inteligência artificial e arquitetura da informação sendo uma
forma de representação de conhecimento sobre o mundo.

O termo ontologia foi introduzido pelos autores escolásticos no séc. XVII. Rudolf Goclenius, que mencionou a palavra em 1636, poderá ter sido o primeiro a fazê-lo, mas o termo era de tal modo natural em latim e começou a surgir tão regularmente que as disputas sobre quem detém a prioridade da sua introdução são vãs. Alguns autores, como Abraham Calovius, usavam o termo sem o distinguir de metafísica; outros, usavam-no como nome de uma subdivisão da metafísica. Johannes Clauberg (1622-1665), um cartesiano, introduziu em seu lugar o termo ontosofia. No tempo de Jean-Baptiste Duhamel (1624-1706), a ontologia distinguia-se claramente da teologia natural. As outras subdivisões da metafísica são a cosmologia e a psicologia, das quais a ontologia também se distingue. Assim, o termo ontologia, enquanto termo técnico, já existia quando foi finalmente canonizado por Christian Wolff (1679-1754) e Alexander Gottlieb Baumgarten (1714-1762).
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